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Correndo em busca da mandala da Oscar Running Adidas em Taubaté

Focado no objetivo

Focado no objetivo

Está aberto o Circuito Oscar Running Adidas com a Etapa Taubaté. Já havia participado dessa prova no ano passado, que, como todas as provas organizadas pela Avatar, prezam pela qualidade, organização e respeito aos seus atletas. Se a Corrida de Rua virou comércio, os organizadores devem tratar bem seus clientes, e é isso o que a Avatar tem feito, sempre escutando os corredores e melhorando naquilo que é possível, e tem sempre melhorado a cada ano.

Acordar de madrugada no domingo para correr é para os fortes e foi assim que seguimos cedo para Taubaté, com e incumbência de montar a Tenda (o puxadinho) para o Malucos do Asfalto que estariam presentes nessa primeira Etapa do Circuito.

Dessa vez, troquei a camiseta da 100 Juízo, para prestigiar o meu amigo Mineiro, com as camisetas novas de sua futura Assessoria. Farda de Elite, responsabilidade de correr forte. E foi assim que fui para um aquecimento rápido, antes de me alinhar para largada.

Partida pontual e tranquila, e como sempre alguns corredores atabalhoados, querendo dar tudo de si, nos primeiros 100 metros, sendo que ainda faltariam 9.900 metros a correr, para alguns 5, mas tem que saber dosar o ritmo, pois essas pernas farão falta lá no final.

Manhã agradável de sol, bem diferente da chuva de 2014 e segui tranquilo dentro da meta de pace entre 4:45 e 4:50. Logo encontraria o mano Solito, que me acompanharia em quase metade do percurso. Morador local (mais precisamente de Tremembé), o Solito conhece os “atalhos da pista”, ou melhor, aonde o bicho pega. E ele pega mesmo lá pelo km 5, no final da Rua Marrocos, aonde uma serie de descidas e subidas quebram o ritmo. Cheguei na metade da prova com 24 minutos e repetir o tempo na volta me colocaria dentro do que estou proposto para os 10k, correr sempre abaixo de 50 minutos, e foi ali no último aclive que deixei meu parceiro pra trás, e tentei não cair no ritmo da volta.

Encontraria um novo parceiro de ritmo, o José Luis Nunes, que seguia na

Satisfação de chegar.

Satisfação de chegar.

mesma passada que a minha, e fomos boa parte do sobe e desce da volta lado a lado. O km 8, com a última subida da Rua Prof. Ernesto, seria o único com pace alto, 5:15, mas sem desanimar, recuperei o ritmo, e dando a volta no Estádio Joaquinzão retomei a faixa de 4:50. Uma mudança de última hora no percurso, ainda colocaria duas subidinhas chatas no km final, mas, já sentindo a vibração  da chegada próxima, parti para o sprint final, com alegria, apitando e recebendo a saudação da galera, e fechando a prova com o tempo de 49:05.

Primeira medalha do semestre no peito e a primeira da Mandala do Circuito Oscar, que pretendo buscar nas outras 4 provas que restam (São José, Mogi, Guaratinguetá e Caraguá), se Deus e as pernas assim permitirem.

46ª Corrida de São José Operário – Taubaté

Na dúvida entre ir ou não correr, acabei indo. A vontade não era das maiores, não sou muito fã de corridas de 5km e a cabeça estava com meu pai, que sofreu um enfarte, e estava aguardando os procedimentos para o cateterismo em Botucatu.

Mas enfim, já inscrito, e no planejamento de somente viajar para Botucatu no dia seguinte, segui com o Fábio, tendo o Tonicão de motorista, para essa tradicional corrida da Paróquia de São José Operário em Taubaté. A inscrição feita por intermédio do amigo Claudemir de Paula, 5kg de arroz, muito bem doados.
Apesar da animação da galera da 100 Juízo, em peso prestigiando o evento, não consegui entrar no mesmo clima, e talvez movido por esse sentimento, parti para largada forte, como que querendo compensar a desanimação com o suor.

Chegada dura!

Chegada dura!

Corrida curta, queria acabar o quanto antes, e fiz os 3 primeiros kms no pace de 4:40. Muito fortes para meus padrões atuais, no km 4, uma leve subida me fez cair para 5:00. No último km o bicho pegou e o ritmo alucinante do começo foi cobrado ali, mas providencialmente o percurso terminou em 4,6 km me privando de 400 metros em que iria me arrastar. Fechei com o tempo de 22:40, cansado, cheguei até a derrubar o apito no sprint final.
A prova foi muito boa, simples, mas do que teve não faltou nada. Percurso legal, com boas variações, boa hidratação, kit pós prova e uma medalha bonita, com todas as inscrições referentes ao evento.
De dar inveja a muita prova paga por ai.

 

300 corridas - Parabéns ao amigo Fábio Namiuti

300 corridas – Parabéns ao amigo Fábio Namiuti

No final a confraternização dos Malucos do Asfalto, que fechou a rua. A tenda sempre farta de guloseimas e de amigos, e o prazer de participar com o amigo Fábio Namiuti, sua corrida número 300, que foi homenageado pela turma.

Parabéns Fábio, é um orgulho imenso ter participados de algumas dessas 300 provas a seu lado, e espero ainda participar de muitas!

PS.: No dia seguinte segui para Botucatu, me encontrar com meu pai que está se recuperando! As boas vibrações do São José Operário chegaram até ele.

 

Circuito de Rua ETEP Taubaté – 7ª Etapa

Nem me lembrava direito que estava inscrito para essa prova. Quando abriram as inscrições, gratuitas, como não tinha nada para a data, me inscrevi. Sabia que os “Malucos do Asfalto” lá estariam, então companhia não iria faltar. E assim fomor eu, o Edson e o Fábio, partimos rumo a Taubaté, um pouco atrasados, mas poderiamos e até deveriamos ter atrasado mais. A entrega do kit até as 17 horas era somente preciosismo do regulamento. A entrega se estendeu por mais tempo, e acabamos é chegando cedo, com duas horas de antecedência para largada. Aos poucos a malucada foi chegando, e a turma da 100 Juízo estava quase completa.

Depois das provas mirins, onde os companheiros Aldo e Helber botaram a criançada pra correr, fizemos um aquecimento rápido e nos alinhamos para largada.

Prova de 5km não tem o que fazer, é sair correndo no ritmo desejado e ir até o fim, não tem o que guardar ou economizar, tem é que se superar pra acabar logo. E apesar do congestionamento inicial, deu pra partir forte, tentando se desviar e em alguns momentos usando a calçada, até perdi um boné velho, que já estava querendo jogar fora, uma árvore tratou de fazer isso por mim. Nem pestanejei, segui sem perder o ritmo, e consegui acompanhar o ritmo do Aldo na volta em torno do Estádio Joaquinzão e na subida do início da Avenida John Kennedy.

Disputa acirrada entre amigos na Avenida do Povo.

Disputa acirrada entre amigos na Avenida do Povo.

Mais ou menos no meio da John Kennedy tinha uma noiva, acho que ainda seguiria para o casamento, não aguentei, dei uma grande apitada e um “viva a noiva”, no que todos os corredores gritaram e a saudaram com gritos e aplausos. Mas continuei sem perder o ritmo e fazendo 4:26, 4:34 e 4:38 nos 3 primeiros kms.

Na Avenida Inglaterra, no último cotovelo, vi que o amigo Edson se aproximava, e me fez lembrar da Night Run na USP em São Paulo, quando ele me alcançou e passou sem me dar a menor chance de acompanhá-lo. Na OFR Adidas eu dei o troco. Mas ali, mesmo na distância menor (as outras duas foram de 10k), ele vinha para o tira-teima. Eu segui em frente forte, sem olhar para trás, mas sentindo a aproximação, só olhava de canto, e via o uniforme laranja 100 Juizo na cola. E isso me ajudou a manter o ritmo forte, entramos juntos na reta da Avenida do Povo, disputando as passadas e um ajudando o outro a chegar ao final quase no limite das forças, para cruzar o pórtico com 21m39s. Tudo bem que o GPS acusou 300 metros a menos, mesmo assim foi o meu melhor pace em prova, ritmo de 4:37 min/km.

100 Juízo e amigos de chaveirinho na mão!

100 Juízo e amigos de chaveirinho na mão!

O mico ficou por conta do chaveirinho que foi entregue no lugar da medalha.

A ETEP promoveu um circuito bacana, promovendo o hábito da corrida desde cedo, acaba fazendo uma economia boba ao não oferecer uma medalha aos participantes, e uma frustração para as crianças que correram as provas infantis esperam colocar uma medalha no peito, muitas correram pela primeira vez. Que o “marketing” da ETEP tenha melhor visão da próxima vez, e saiba premiar os atletas com um símbolo do tamanho que ela quer representar.

Leia o relato do Fábio Namiuti aqui.