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Teve pega na última etapa do Circuito Oscar em Caraguá.

Enfim chegou a última etapa do Circuito Oscar. Se em Taubaté fechei os 10k

Mandala do Circuito Oscar Completa

Mandala do Circuito Oscar Completa

com 49:05 e fui baixando a marca a cada etapa, em São José foi 47:45, Mogi, 47:13, e fazer a Etapa de Guaratinguetá, meu melhor tempo na Meia-Maratona Frei Galvão, com 1:50:48.

Fui pra Caraguá com a cabeça voltada em bater meu recorde pessoal. Percurso plano, ao nível do mar e cheio de expectativas. Um banho de mar antes da prova para revigorar as energias, partir com baterias novas para a nova etapa que descortina em minha vida.

Revivemos esse pega: Disputa no sprint final em Taubaté/2013

Revivemos esse pega: Disputa no sprint final em Taubaté/2013

Muito agito e badalação na etapa noturna. Parti para o aquecimento e me alinhei confiante no meu desempenho, sem me dar conta que teria um adversário quente pela frente. Nos primeiros três quilômetros mantive o pace baixo, na casa dos 4:30 e 4:40, mas nem parecia que a corrida era noturna, o calor abafado e úmido da praia deu suas caras, mantive um bom ritmo até a metade, virando os 5km com 24 minutos cravados. Mas depois da volta pegou de vez, foi pesando e o pace aumentando. Mesmo aproveitando os postos de água para me refrescar, não deu para manter a pegada e no km 7, já vendo que não daria mais para buscar recorde, e dificilmente completar a prova abaixo dos 50 minutos, deixei cair bem o ritmo, foi quando passou por mim, o amigo Alex Leco, que ainda me puxou por um trecho, mas logo ele desgarrou.

Mas sempre tem algo que te faz superar e encontrar forças e foi a hora de reviver uma rivalidade da 100 Juízo que já vem de algum tempo. Já tivemos grandes disputas entre mim e o Edson. Já chegamos disputando provas por segundos, em muitas ele ganhou com folga, mas já a algum tempo com ele treinando longas distâncias, eu melhorei nos 10, o Edson vem tentando me pegar, quando vi que ele se aproximou, foi o ânimo que me faltava, para não me arrastar no final. Mantive o passo firme sem ser ultrapassado, mantendo ele em distância segura para não sofrer o

Chegada da Corrida Vida e Saúde, no Pq da Cidade, 10k em 48: que acabou ficando sem relato

Chegada da Corrida Vida e Saúde, no Pq da Cidade, 10k em 48: que acabou ficando sem relato

bote, mas ali eu já sabia, estava na frente visualmente, o Edson estava na minha frente no tempo, pois eu havia largado bem na frente do pelotão, enquanto ele largara com a turma do fundão. Chegamos praticamente juntos, com direito a comemorarmos juntos mais uma prova concluída, mas o amigo estava quase 1 minuto na minha frente, e ganhou essa. Fechei com o tempo alto de 50:30, para quem vinha correndo os 10k na casa dos 47 minutos, havia feito no domingo anterior 48:12 na Corrida Vida e Saúde no Cross Country do Parque da Cidade e que acabou ficando sem relato por pura falta de tempo.

No final só alegria, até o próximo tira-teima.

No final só alegria, até o próximo tira-teima.

Dadas as dificuldades, foi mais uma prova de superação, e especial, por colocar a última medalha na Mandala do Circuito Oscar, 5 etapas e 61km percorridos. A ironia foi depois da prova, a ventania chegou, inclusive atrapalhando a premiação, poderia ter refrescado antes.
Quanto a disputa com o amigo Edson, já no domingo, dia 22 de novembro, teremos a oportunidade de tira-teima na Corrida da Conciliação em São José, e sem moleza!

Milagre na Meia Maratona Frei Galvão!?

Milagre? Não, não foi um milagre do 1.º Santo brasileiro eu fazer meu melhor tempo em Meia Maratona justamente na sua corrida. Alcançar uma meta, completar um objetivo, superar as próprias expectativas, desafiando o corpo e chegar lá, no final, com a minha melhor corrida, não é obra de milagre, qualquer um pode fazer, e não requer reza e sim de treino e dedicação.

Venho treinando descontraidamente, isso é verdade. Não tenho seguido planilhas, não tenho anotado nada, tampouco sei quanto já corri esse ano. Mas, isso não significa ficar sem treino. Mantenho regularidade, já me considero macaco velho, e sei os tipos de treino que tenho que fazer, mesmo os casca duras, faço conforme dão na telha, e mesmo assim, venho me superando e baixando meus tempos, corrida após corrida, em 2015, e o melhor, sem as lesões que me atrapalharam no ano passado.

E foi assim, confiante de que poderia fazer meu melhor, nessa que era uma das muitas provas tradicionais que haviam desaparecido, só conhecia de ouvir falar, mas quando foi incluída no Circuito Oscar, não pensei duas vezes em confirmar a distância.

O tempo parecia que ia ajudar, até uma garoa fina pegamos na estrada, mas

Pousando na chegada...

Pousando na chegada…

na hora da largada, o sol já dava sinais de que iria pegar.

Percursos de duas voltas sempre são sempre chatos, e parti concentrado em avaliar a primeira volta, pra saber como me comportar na segunda. Segui mantendo o ritmo na casa dos 5:00/km, conhecendo as subidas que dariam trabalho na segunda volta e assim fui, pra fechar os 10,5km em 53 minutos. Na cabeça já fiz as contas, repeti-lo, seria um super tempo. Passei pelo pórtico agitando e brincando com os escoteiros: Sempre Alerta. E ainda deu pra abrir a volta em bom ritmo, manter é que foi osso, principalmente nas subidinhas que tinha pela frente. Deixei o Garmin marcando o ritmo médio, e tentando mante-lo na casa dos 5:10. Mas o calor e o desgaste foram dando sinais de que não daria pra fazer o repeteco da primeira metade, e no km 17 começou um desconforto abdominal, ao entrar na FEG, parei, ergui os braços, respirei, e parti para os 4km finais em busca de fechar na casa dos 1h50m, a meta que tinha em minha cabeça.

Ao entrar na reta final, e avistar o pórtico longe, busquei o que sobrara das pernas e um resto fôlego para chegar apitando e comemorando Meu Novo Recorde Mundial na Meia Maratona 1h50m48s. Muito feliz pela marca, pela superação e pela Fé. Quanto ao Milagre, sim, eles acontecem quando a gente vai a luta.

Meu Novo Recorde Mundial na Meia Maratona: 1h50m48s

Meu Novo Recorde Mundial na Meia Maratona: 1h50m48s

No Outubro Rosa a 100 Juízo coloriu Mogi. Circuito Oscar – Etapa Mogi

O Circuito é bem organizado, a corrida é boa, sempre com novidades e atrações pros corredores, e ai a galera comparece. Na Etapa Mogi, a 100 Juízo em peso prestigiou, fora um Busão lotado, foi gente de van, de carro, de moto, enfim, se fosse em casa a gente vai, se é mais longe, a gente a gente dá um jeito e faz a nossa parte. Colorimos as ruas de Mogi das Cruzes, quem tinha foi de rosa, e quem não não tinha coloriu do mesmo jeito.

Busão dos Malucos do Asfalto, e parte da turma que madrugou pra correr em Mogi!

Busão dos Malucos do Asfalto, e parte da turma que madrugou pra correr em Mogi!

Quem não corre, não entende o que leva alguém a acordar as 4 da manhã do domingo. Trocar a cama quente, pela zoeira do Busão na madrugada, a tiração de sarro dos amigos, pegar kit, alfinetar o número de peito, colocar chip no tênis, fazer aquecimento, muitas vezes dançando e pagando mico, se alinhar apertado no meio dos corredores, esperar ansioso pela largada, e partir, no meu caso, pra 10km, tentando correr mais do que aguenta.

Tratamento VIP da Core Sport

Tratamento VIP da Core Sport

Muitas vezes correndo próximo do limite, para buscar uma ‘melhor marca pessoal’. Pra quem não corre, isso é coisa de louco, assim como, para quem corre, o cara que não madruga pra correr, tá perdendo seu domingo. Cada louco com seu gosto.

E foi nesse pique, que larguei focado em buscar no plano percurso nas ruas de Mogi das Cruzes, um melhor resultado. A cada corrida, venho conseguindo bem melhorar meu tempo. Na Etapa Taubaté fiz em 49:05. Na corrida da Unimed fiz em 48:07, ai veio a Corrida de Jacareí, aonde fiz 47:21 e na Etapa SJC da Oscar 47:34.

Tô chegando! Tô chegando!

Tô chegando! Tô chegando!

Mantive um ritmo forte no começo, na casa dos 4:35/km e fui firme assim até a metade da prova. Aproveitei para focar nas corredoras mulheres, e cheguei a ultrapassar a terceira colocada no km 5, aonde passei com 23 minutos cravados. Repetir o tempo, ou mesmo buscar um split negativo me levaria a quebrar meu recorde pessoal, mas para conseguir isso, ainda preciso de muito treino, e nos kms seguintes, o ritmo cairia um pouco, e eu seria ultrapassado não só pela terceira, mas também pela 4ª corredora feminina. Mas aproveitei

Gela até a alma...

Gela até a alma…

o ritmo delas, para tentar manter o meu. Nos dois últimos kms apertei busquei forças para voltar a correr como no início, e fechei, com muita alegria e apitando com a marca de 47:13, meu segundo melhor tempo nos 10k (o ‘meu recorde mundial’ nos 10k é de 46:54 conquistados em Maio no Centro Histórico de São Paulo).

medalhas

Tá formando a Mandala

Mais uma vez, entrei no gelo, e apesar da dificuldade em aguentar ficar ao menos 2 minuto no balde, a recuperação que ele oferece é sensacional. Pernas novas e recuperadas, e mais a medalha verde da mandala conquistada. Agora só faltam duas, e a próxima é na Etapa Guaratinguetá, na Meia-Maratona Frei Galvão. Baixar o tempo nos 10 vai ficar pra novembro, fechando a mandala em Caraguatatuba.

Montando a Mandala – Circuito Oscar – Etapa SJC

E a mandala do Circuito Oscar 2015 começa a tomar forma. O primeiro dos 5 pedaços foi conquistado em Taubaté dia 20/07. Agora na etapa São José dos Campos, dia 20/09, o segundo. E uma conquista com superação e também muita diversão.

Medalhas Circuito Oscar

Formando a Mandala

Na véspera o amigo Tonicão, convidou-me para um churras de aniversário do seu filho, e ali senti que o cara estava de maruagem. A ‘rivalidade’ com o Tonico vem de longa data. Antes mesmo de eu ser um ‘100 Juízo’, fizemos uma disputa no sprint final da corrida do Sesi, em 2011, e dali pra frente, sempre que corremos juntos, tem disputa. Em Barueri 2012, ele me deu um coro nos 15k, mantive ele na ‘alça de mira’ a prova toda, e resolvi dar o bote no km 13. Só não esperava que ele tivesse pernas para recuperar, e me deixar pra trás no último km. Essa disputa só foi reeditada em 2014, mas não dei chances de um novo pega, ganhei de ponta a ponta. Então, quando o churras na véspera, junto com o PH Love, o Corredor do Amor, regado a cerveja até altas horas foi oferecido pelo anfitrião, já senti que estavam tentando me tirar do páreo de outra forma.

E foi assim mesmo, marcamos de irmos juntos, mas meus companheiros, de ressaca braba, deram o cano me deixando na mão. Parti só para o Vale Sul, local da largada. Tenda armada na véspera e muita gente animada. O calor já se fazia presente, mas as nuvens tratavam de esconder o sol, que poderia derrubar muitos corredores.

Chegada etapa SJC

Superação e alegria no sprint – Foto: Aline Andrade

O percurso é muito interessante, rápido, e desafiador. Tem uma pequena descida logo no começo, mas depois vai de subida da Avenida Cidade Jardim até a metade da prova. Manter o ritmo nessa etapa é de suma importância para quem tem objetivos de baixar tempo, ao mesmo tempo que não se pode gastar as energias que vai serão necessárias no final.

Foi assim que segui, tentando manter o ritmo abaixo de 5:00/km, e só perdi mesmo (como no ano passado), no km 5, no retorno próximo ao Sesi. Dali em diante foi ‘pernas pra que te quero’, soltei mesmo as pernas, até lembrando a descida do Cristo de Poços de Caldas e recuperando o tempo perdido no final da subida. Tem que ir na ‘banguela’ pra subir no embalo o pequeno aclive do final do km 8 e seguir sem desanimar para o final.

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Entrando numa fria – Foto: Vini Morais

Os metros finais, como sempre de superação e alegria, de ver a bonita festa que o Circuito Oscar proporciona, e fechar os 10k em 47m34s. Já vou para o meu 5º ano consecutivo e a cada um deles, sempre tem novidades proporcionadas pela Oscar e pela Avatar, que é a organizadora do evento. Dessa vez me arrisquei na critoterapia, entrando literalmente numa fria. Não suportei nem 1 minuto com metade do corpo no balde de gelo, mas ao sair, nem parecia que aquelas pernas se superaram.

O próximo ‘gomo’ da mandala será conquistado no dia 04/10. Com direito a busão da 100 Juízo, rumo a ‘Moji’ ou  seria ‘Mogi’ das Cruzes. Com ‘G’ ou com ‘J’, será mais um domingo de superação, mas também de festa e alegria dos Malucos do Asfalto pelas ruas da ‘Terra do Caqui’.

 

 

Correndo em busca da mandala da Oscar Running Adidas em Taubaté

Focado no objetivo

Focado no objetivo

Está aberto o Circuito Oscar Running Adidas com a Etapa Taubaté. Já havia participado dessa prova no ano passado, que, como todas as provas organizadas pela Avatar, prezam pela qualidade, organização e respeito aos seus atletas. Se a Corrida de Rua virou comércio, os organizadores devem tratar bem seus clientes, e é isso o que a Avatar tem feito, sempre escutando os corredores e melhorando naquilo que é possível, e tem sempre melhorado a cada ano.

Acordar de madrugada no domingo para correr é para os fortes e foi assim que seguimos cedo para Taubaté, com e incumbência de montar a Tenda (o puxadinho) para o Malucos do Asfalto que estariam presentes nessa primeira Etapa do Circuito.

Dessa vez, troquei a camiseta da 100 Juízo, para prestigiar o meu amigo Mineiro, com as camisetas novas de sua futura Assessoria. Farda de Elite, responsabilidade de correr forte. E foi assim que fui para um aquecimento rápido, antes de me alinhar para largada.

Partida pontual e tranquila, e como sempre alguns corredores atabalhoados, querendo dar tudo de si, nos primeiros 100 metros, sendo que ainda faltariam 9.900 metros a correr, para alguns 5, mas tem que saber dosar o ritmo, pois essas pernas farão falta lá no final.

Manhã agradável de sol, bem diferente da chuva de 2014 e segui tranquilo dentro da meta de pace entre 4:45 e 4:50. Logo encontraria o mano Solito, que me acompanharia em quase metade do percurso. Morador local (mais precisamente de Tremembé), o Solito conhece os “atalhos da pista”, ou melhor, aonde o bicho pega. E ele pega mesmo lá pelo km 5, no final da Rua Marrocos, aonde uma serie de descidas e subidas quebram o ritmo. Cheguei na metade da prova com 24 minutos e repetir o tempo na volta me colocaria dentro do que estou proposto para os 10k, correr sempre abaixo de 50 minutos, e foi ali no último aclive que deixei meu parceiro pra trás, e tentei não cair no ritmo da volta.

Encontraria um novo parceiro de ritmo, o José Luis Nunes, que seguia na

Satisfação de chegar.

Satisfação de chegar.

mesma passada que a minha, e fomos boa parte do sobe e desce da volta lado a lado. O km 8, com a última subida da Rua Prof. Ernesto, seria o único com pace alto, 5:15, mas sem desanimar, recuperei o ritmo, e dando a volta no Estádio Joaquinzão retomei a faixa de 4:50. Uma mudança de última hora no percurso, ainda colocaria duas subidinhas chatas no km final, mas, já sentindo a vibração  da chegada próxima, parti para o sprint final, com alegria, apitando e recebendo a saudação da galera, e fechando a prova com o tempo de 49:05.

Primeira medalha do semestre no peito e a primeira da Mandala do Circuito Oscar, que pretendo buscar nas outras 4 provas que restam (São José, Mogi, Guaratinguetá e Caraguá), se Deus e as pernas assim permitirem.

8ª Oscar Running Adidas ou “A Volta do que não Foi!”

Esse blog ficou as moscas por um longo período. Desde julho afastado das corridas por conta de uma cirurgia de polipectomia nos seios da face, que, alias, a falta de informação acabou gerando muita especulação e muita gente confundido as bolas, então fica o esclarecimento: Não coloquei silicone, minha cirurgia foi nos “seios da face” e não nos peitos.

Voltei a correr no começo do mês, ainda treinando pouco, estou voltando a recuperar a melhor forma, e nada como uma boa corrida para sentir o corpo, e quando a Corrida é a Oscar Running Adidas a diversão está garantida.

Trabalhei no sábado até a 1 hora da manhã, poucas horas de sono depois, segui as 6h15 na carona do amigo “Mineiro Corredor”. Chegar cedo sempre é bom, tempo suficiente para rever os amigos que a muito não via, botar o papo em dia, e se concentrar para a prova.

Se em 2013 fiz meu recorde pessoal com 47m13s, longe de querer repetir o tempo, fui decidido a fechar pelo menos abaixo de 50 minutos. Fiz um bom aquecimento e fui para largada disposto, nem sentindo que tivera poucas horas de sono, o que tem me incomodado mesmo é o “Neuroma de Morton“, que sarou do pé direito, mas atacou com tudo no pé esquerdo, inclusive refletindo a dor para a perna, mas só doi quando esfria, e se o médico não deu solução que não seja cirúrgica, vai com ela mesma.

chegada_oscarAcho que o segredo dessa prova é manter um bom ritmo na primeira metade da prova, praticamente subida o tempo todo, e fui o que eu fiz, segui na Avenida Cidade Jardim ao som do AC-DC e tentando manter o pace de 5min/km e com a ajuda do meu mano Paulo Marques, cheguei na pracinha do SESI com 24 minutos, respirei e “taca-lhe pau” no retorno em descida. Aproveitei mesmo a força da gravidade e soltei as pernas, no km 8 ainda tem mais uma subidinha, e foi ali que me concentrei mais, e pensei muito em meu pai, ainda se recuperando do enfarte que sofreu e mentalizei o mantra: Saúde, Sabedoria e Segurança. Foi com o mantra na cabeça e a passos largos que fiz o último retorno para completar a prova em 49m17s. Se fiquei 2 minutos acima do ano passado mantive o objetivo de continuar sub-5, com muito Apito na chegada e final feliz para a “Volta daquele que não foi”.

No final da confraternização e reencontro com a turma mais animada das corridas, a galera 100 Juízo que é 1000 em animação!

Fica meu registro a ótima corrida e organização da prova, acho que a melhor de São José dos Campos. A organizadora Avatar, na pessoa do meu chará Silvio, sempre buscando melhorar e escutar os corredores, para corrigir aquilo que não tenha agradado, e mais uma vez, a mim, agradou muito, já querendo participar das outras etapas do Circuito (Mogi e Taubaté).

Até domingo que vem na corrida dos Altos de Santana!

Leia o relato do Fábio Namiuti aqui

 

 

7ª Oscar Fashion Running Adidas

Minha última prova havia sido em Setembro, a Maratona de Revezamento Pão de Açúcar, aonde corri 21km. Outubro foi um mês de treinamento, de recuperar a forma. Me dediquei a melhorar minha performance na distância entre 10 e 15K, com o objetivo de fazer um bom tempo na São Silvestre.

Felicidade da nova marca pessoal. Foto: Aline Andrade

Felicidade da nova marca pessoal.
Foto: Aline Andrade

Foram bons treinos, alguns especiais, que mereciam até postagens, mas que acabaram passando batido, por falta de inspiração ou tempo. Vale destacar o Simulado da Corrida da Virada de São José dos Campos, aonde fiz os 15km em 1h17m, ritmo de prova. No treino noturno das Antena, também de quase 15km, com o destaque para as subidas nível hard dos dois pontos mais altos de São José dos Campos, e também o próprio simulado da Corrida da Oscar, que foi básico para preparação da própria corrida, e aonde estabeleci a estratégia da prova.

Cheguei na corrida confiante de que teria pelo menos a minha melhor marca do ano nos 10k. Na corrida de Eugênio de Melo, havia feito em 50m17s, e já havia ficado contente, mas ainda estava longe dos 48m09s feitos em 2012 em Jacareí.

Não existe mágica. Se o objetivo é baixar o tempo, tem que treinar direito, focado, e foi assim que fiz, respeitando as planilhas e recomendações do coach Matheus Henrique. Tentando acompanhar os atletas mais rápidos nos treinos coletivos, e me superando nos treinos solitários. Mas também me dediquei a ajudar o amigo Maurílio Chagas, na sua empreitada rumo a São Silvestre, deixando alguns domingos para treinar com ele.

Focado me posicionei na largada, nem tanto a frente, nem tanto atrás, e consegui imprimir um bom ritmo no início na Av. Cidade Jardim, aproveitando uma curta descida para pegar a subida mais acentuada da corrida, no segundo km. Após a volta pela Av. Cassiopeia, retornamos para Cidade Jardim, e o longo aclive, não muito acentuado, mas continuo, até ai o pace estava na média proposta de 4:45/km, mas fiz nesse trecho minhas duas piores passagens (5:00 no km4 e 5:13 no km5).

Maurílio está no rumo certo para sua primeira São Silvestre. Foto: Aline Andrade

Maurílio está no rumo certo para sua primeira São Silvestre. Foto: Aline Andrade

Mas isso estava no planejamento, descansar um pouquinho no final da primeira metade, para usar todas as minhas forças na segunda parte da prova, afinal, tudo que sobe, desce, e foi na descida que dei tudo de mim. Os km seguintes foram alucinantes: 4:39, 4:45, e um mágico 4:24 no km 8, no final da descida da Cidade Jardim. No km 9 ali tem uma pequena subida, passei embalado por ela e encontrei alguém no ritmo que eu queria, para seguir até o final, fechando a prova em 47m13s (tempo oficial – resultados clicando aqui). O GPS deu uma diferença de 100 metros pra menos, mas se a marca oficial homologada era de 10km então, fica estabelecido o “meu” novo recorde mundial.

E também o do meu amigo Maurílio Chagas, que conseguiu terminar a prova em 1h01m e agora pode dizer que corre a 10km/h.

Equipe 100 Juízo!

Equipe 100 Juízo!

Festa na tenda 100 Juízo, aonde tinha até panetone dessa vez. Uma tremenda confraternização dos Malucos do Asfalto, cada qual feliz com seu desempenho na prova.

Para finalizar, a Corrida da Oscar, na sua 7ª Edição, firma-se como uma das mais tradicionais de São José dos Campos. Muito bem organizada pela Avatar, do Sylvio Bitencourt, que busca sempre melhorar e corrigir possíveis falhas dos anos anteriores, trazendo novidades, como o Treino Oficial e Palestras Esportivas, e mais importante, escutando as reivindicações daqueles que só querem o melhor para as corridas de rua: os corredores.

Leia também o relato do Fábio Namiuti clicando aqui.