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Jovem Pan Night Run SJC 2013

Cara feia no km final. Foto: Aline Andrade

Cara feia no km final.
Foto: Aline Andrade

Não estava programado para participar dessa prova. Como não havia ganho a inscrição pelas vias normais, ficaria de fora dela. Mas de última hora surgiu se não uma, mas duas chances de correr. Dois amigos, o Aldo e o Diego, impossibilitados de correr, me passaram suas inscrições, e como não correria com duas, repassei uma delas para o amigo Edson, que ia pipocar.

A prova foi bem badalada, a distância inédita para mim, de 4 milhas ou 6,4km , em trecho totalmente plano, largando no Paço Municipal, e dando uma volta pela Avenida Teotônio Vilela. Seria uma ótima oportunidade para manter minha média sub-5, alcançada na corrida da Oscar.

Depois de passar pela sempre animada tenda da 100 Juízo, cumprimentar os amigo, e dar os últimos retoques para largada, parti para o aquecimento com o Paulo Lantyer. O Paulinho tem sido meu coelho em alguns treinos, foi na cola dele que eu fiz o Simulado da Corrida da Virada, mas se acompanhá-lo em treino já é difícil, o que dirá em prova.

Largada marcada para 20h30, nós alinhamos lá no fundo do pelotão, quando algum amigo nos chamou para irmos pra “zona do agrião”, e demos um jeito de entrar ali no gargalo, apesar do aperto não perderíamos tempo no começo. Atraso de mais de 15 minutos, o que acaba prejudicando o pré-aquecimento, disseram que era para esperar o Prefeito, não tenho certeza disso, em todo caso, seja qual for o motivo, atrasos nunca são bem vindos.

Dado o início da prova, segui dentro do ritmo proposto, e assim mantive, dentro da média, entre 4:30 e 4:40/km. Alguém já me disse que corridas curtas são como entrar no inferno, você deve correr o máximo que aguentar, para sair o quanto antes dele. Mas ao fazer o retorno no “Fundo do Vale”, o que vi era o pórtico de chegada, e, apesar das placas e do relógio informarem que ainda estávamos no km 5, não sei explicar porque a cabeça insiste ao ver a chegada que a corrida já vai acabar. Parti para um sprint final, mas ao me aproximar do pórtico é que vi, que o percurso passava ao lado, e ainda tinha um retorno de mais de 1km por fazer.

O último Km foi o único acima da média, com 5:05/km, mas o suficiente para fechar a prova em 29m05s.

Minha chegada no meio da muvuca

E essa muvuca esperando a minha chegada. Será que eu ganhei e não sabia?

No final vi algumas pessoas passando mal, e sendo atendidas pelos socorristas, não sei o real motivo, afinal o tempo estava fresco e a hidratação, apesar de quente, foi suficiente. Havia também pouco espaço para dispersão. Particularmente não tive problema para retirada do Kit pós-prova, sai rapidamente, mas muitos que terminaram depois, levaram mais de 20 minutos, e ainda ficaram sem alguns itens pelos quais pagaram. Que a organização saiba reconhecer as falhas e buscar corrigi-las, mas esconder-se das críticas não é a melhor maneira de agir, e tirarem a página da Jovem Pan Night Run São José dos Campos do ar, só mostra o despreparo também com as redes sociais, afinal aquele era o canal de comunicação com os seus clientes que pagaram e devem ser tratados com respeito.

Mas no balanço geral, fiquei satisfeito com a minha participação, apesar de não gostar de provas curtas, correr a noite, com o tempo fresco é sempre bom, está valendo na preparação para São Silvestre.

Leia o relato do Fábio Namiuti aqui.

Night Run Special Edition SP – 2013

O retorno às provas, pós Maratona, não poderia ter sido melhor. Ganhador de uma promoção da Líquido, juntamente com vários amigos, fizemos uma caravana rumo a USP, para participar da badalada corrida em comemoração aos 10 anos da O² e também pelos 120 anos da Politécnica.

A galera de São José dos Campos na Night Run!

A galera de São José dos Campos na Night Run!

Turma animada e uma grande risadaria com as tiradas no poeta e agora estilista de moda para corredores, Tonicão, que sempre tem um verso na ponta da língua para alegrar os corredores: “Correr com os amigos também é vitória”.

Chegamos cedo, e o local me trouxe lembranças da Maratona de São Paulo do ano passado, a primeira e “melhor” (ou seria menos ruim) participação na distância, mas dessa vez estava ali na USP para correr somente 10km, e na expectativa de avaliar minhas condições pós contusões.

A Night Run é uma balada muito legal, com clima de festa, muito bem organizada e com um

O discípulo do Corredor do Apito: meu sobrinho Rafael.

O discípulo do Corredor do Apito: meu sobrinho Rafael.

clima futurista, e enquanto ainda não tinha a muvuca de gente, que ainda estava chegando, encontrei meu sobrinho e discípulo Rafael e sua noiva Mayra. Seria a primeira vez que correríamos juntos. Acabamos nos desencontrando depois de guardar as tralhas no guarda-volumes, e só nos veríamos novamente no final da prova.

Aquecimento rápido, eu, o Fábio (Leia o relato do Fábio aqui) e o Tonicão, e dali cada qual foi para o seu pelotão de largada. Eles seguiram para o Quenia, e eu fiquei no azul, e o Edson largaria um pouco atrás de mim.
A largada pontual, mas com o congestionamento normal das corridas com um grande número de participantes. E logo nos primeiros metros, acho que um erro da organização em colocar um grande buraco em obras, logo de cara, e ainda numa prova noturna. Enfim, atenção redobrada, e passei sem maiores percalços, mas soube de corredores que acabaram caindo e se machucando.

Correndo com Fé!

Correndo com Fé!

Sai num ritmo satisfatório, mas no primeiro Km tive a impressão de que havia ido muito lento. Foi mais impressão, mas segui evitando ficar olhando a todo instante no relógio, escondi o visor do relógio, e segui tentando estabelecer o ritmo certo, de vez em quando dava uma olhadinha, e no km 3 vi que havia conseguido manter o alvo de 5:00/km até ali, e fui assim até a metade da prova, quando o ritmo começou a cair um pouquinho. O Edson acabou me passando, e ainda tentei pegar seu pique para melhorar meu tempo, mas ele seguiu com todo gás. No km 8 uma subida não esperada, e nem tão acentuada assim, mas que colocou em prova a resistência final, o ritmo caiu bem, mas foi legal fazer um último km rápido para recuperar o tempo perdido. No balanço final, cheguei 1m40s acima do tempo almejado, que era de 50 minutos, mas fiquei satisfeito com o retorno, e da oportunidade de correr mais uma na faixa, por conta da Líquido. Aliás, a camiseta da prova é muito bonita, e a medalha, apesar de não ter data nem especificação da distância, também.

E que venha a próxima, no domingo que vem já tem a 18ª Corrida Líquido Corpore Centro Histórico, também na faixa, de outra promoção no Facebook!